Terça-feira, Novembro 10, 2009

Manual Catarina de sobrevivência para eventos científicos

Quem acompanha meu twitter sabe: estou num congresso em Florianópolis. Nada mal...

Mas participar de um evento que não é bem da sua área pode não ser fácil, e achei que isso poderia inspirar um post.

Seis dicas básicas de sobrevivência:

1. Tenha sempre em mão seu amigo laptop. Aliás, tenha coisas para fazer dentro dele (pode ser que não haja internet fácil no local);

2. Vá com pessoas legais. Se nada mais der certo, a boa companhia garante pelo menos umas risadas;

3. Concentre-se na sua apresentação, ou seja, deixe para prepará-la durante uma palestra chatonilda;

4. Estabeleça metodologias alternativas para participar do congresso: por exemplo, faça uma análise das coisas que você não gostaria de ver nunca mais numa apresentação de trabalhos;

5. Tenha um blog onde postar tanta baboseira junta!

6. Fuja dos eventos sociais que juntam pessoas nada a ver. Dançar com o seu referencial teórico não é boa idéia!!!

A quem interessar possa: ei, não se engane! O congresso é bacana. Só não é pra mim...

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Brincando de fotografar no Museu da Vida






Já visitou? Então vai!
(informações aqui)

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Dicionário Maluzês-Português


Saci belelé = Saci pererê
Bulequinha = Bonequinha
Suvete = Sorvete
Abuí = Biscoito
Babete = Barulho do sapo
Cli cli = Barulho do grilo
Bulita = Bonita
Titio Babarréu = Titio Rafael
Vovó Balisa = Vovó Marisa
Bela Adoecida = Bela Amanhecida = Bela Aborrecida = Bela Adormecida

E Tia Cata ela sabe falar! Ohm!

(OBS: A foto é antiga... Impressionante como criança muda rápido)

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Primavera








Final de semana gostoooooso.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Tempo tempo tempo tempo


Quem entendeu, entendeu.

Catarina leu XIX (outubro)

Nem passsou pela barra lateral, mas eu li:


Paixão Índia
Javier Moro, Editora Planeta do Brasil, 387 páginas

Estando por fora da novela mais ou menos recém-acabada, ficava excluída de muitas conversas sobre a terra do Taj Mahal. Então, decidi ler este livro que me havia sido emprestado há muito tempo e que ainda permanecia na estante. Verdade seja dita: uma semana com um tempo livre inesperado em BH ajudou. Mas ajudou também a história da princesa espanhola que se casou com um marajá indiano e mudou de continente, de língua, de cultura, de vida. A narrativa é gostosa e saber que a história tem lá seu lado real deixa tudo mais instigante -- as poucas fotos fazem a diferença! Ganhei o outro livro do autor e estou doida para ler. Quem sabe na próxima viagem?

Terça-feira, Outubro 27, 2009

Dez motivos para fazer mestrado

Vocês acompanham aqui, com um pingo de mexicanidade novelesca porque eu sou dramática, que o mestrado me tem feito arrancar os cabelos.

De fato, tem.

Mas percebi que meus amigos começaram a ficar preocupados com meu estado mental. Gente, alô-ou, não é esse o objetivo. Não está tão ruim e, para falar a verdade, estou quase acabando. Então, voltarei a ser uma pessoa quase normal. ;o)

Para mostrar como o mestrado também tem seu lado bom e incentivar os amigos que ainda não se aventuraram na vida acadêmica, listo aqui...

... dez motivos para fazer mestrado.

1. Ter um projeto para chamar de seu. Todinho seu! Não é do seu chefe, dos seus colegas, de mais ninguém (apesar de ter leves contribuições do orientador, hohohohoho). Você pode resolver o objeto, a metodologia, tudinho!

2. É uma ótima desculpa para diminuir o ritmo de trabalho (coisa que nem sempre consegui fazer) e gastar tempo lendo, lendo, lendo!

3. Descobrir pessoas que fizeram trabalhos interessantes e que podem dialogar com o seu. Gente que tem idéias parecidas, ou completamente diferentes. Gente com quem você pode conversar e discutir e criar novos projetos.

4. Aprimorar suas técnicas de pesquisa na internet, céus...

5. Assistir às aulas. Porque alguns professores são ótimos e porque, quando eles não são, existem coleguinhas de turma no mesmo barco. E cafés no intervalo, e reuniões para fazer trabalhos...

6. Apresentar seus resultados em congressos - boa desculpa para viajar, ouvir elogios e conhecer gente nova!

7. Conseguir, de fato, ter conteúdo para preencher duzentas páginas. No início, parecia impossível, algo a ser atingido só com enrolação de qualidade. Mas não é que no final sai?

8. Tirar onda de intelectual.

9. Quando vai chegando mais perto do fim, é realmente bom ver o quanto você já fez. E o quão pouco falta!

10. É meio caminho andado para o doutorado!

 
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